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Páginas
Caros alunos, este espaço permanente será destinado à reunião de materiais curriculares e extra curriculares. Acredito que aqui conseguirei disponibilizar recursos a mais para quem necessita de uma ajuda ou para quem deseja aprofundar seus conhecimentos em História.
Informe-se
Para aqueles que se preparam para concursos em geral, a dica é se manter sempre informado. Jornais online são uma ótima fonte de informação, principalmente pelo fato de podermos selecionar aquilo que realmente nos interessa. Seguem alguns muito bons: Folha de São Paulo; Estado de São Paulo; O Globo; G1; Barbacena Mais; Barbacena Online; BBC (britânica) e CNN (americana).
17ª Olimpíada Nacional de História do Brasil - Forme sua equipe e inscreva-se!
quinta-feira, 29 de agosto de 2019
sexta-feira, 23 de agosto de 2019
Governo Jânio Quadros
- Com o fim do governo JK, as eleições são realizadas e é eleito Jânio Quadros pelo partido de direita UDN. A transição é pacífica como há muito tempo não se via. Para vice era eleito João Goulart, o esquerdista ex-Ministro do Trabalho de Vargas.
- A promessa-símbolo de sua campanha foi o combate à corrupção, problema presente na administração JK.
- Jânio Quadros herdava também da administração anterior o compromisso internacional de melhorar os índices econômicos brasileiros.
- Suas principais medidas:
- Reajuste cambial.
- Criação do Ministério da Indústria e Comércio e do Ministério das Minas e Energia.
- Abriu inquéritos para apurar denúncias de corrupção.
- Tomou drásticas medidas anti-inflacionárias.
- O polêmico Jânio Quadros:
- Seu governo era muito personalista e suas atitudes, conflitantes.
- Tinha uma postura de direita (UDN), mas inclinava-se a defender a Revolução Cubana (chegou mesmo a prestigiar "Che" Guevara com a mais alta condecoração nacional)
- Colocou grande parte da opinião pública contra si mesmo com medidas descabidas (regulamentações e proibições de jogos, brigas de galo e biquínis nas transmissões televisivas) .
- Renunciou após cerca de 7 meses de governo.
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Jânio e a vassoura, símbolo de sua campanha política. Fonte: Wikipedia |
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Proibição do biquíni na TV. Polêmica do Governo Jânio Quadros. Fonte: Wikipedia |
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Jânio Quadros é cumprimentado por Carlos Lacerda. Fonte: Wikipedia |
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João Goulart, eleito vice presidente. Tendência política oposta a do presidente. Fonte: Wikipedia |
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Che Guevara e Jânio, juntos. Ato causou grande insatisfação nos setores tradicionais. Fonte: Wikipedia |
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Jânio, em pose que captura a indecisão de seu governo. Fonte: Portal R7 |
Processo de independência do Brasil
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Embarque da familiar real portuguesa. Fonte: Wikipedia. |
- A transferência da família real para o Brasil:
- No século XIX, Napoleão fazia uma guerra na Europa para garantir os ideais da revolução Francesa.
- Para abalar a economia de seu inimigo, a Inglaterra, cria o Bloqueio Continental.
- Portugal, dependente do comércio inglês, se recusa a cumprir o bloqueio.
- Napoleão ordena a invasão de Portugal pelos exércitos franceses.
- D. João, príncipe regente de Portugal toma uma decisão ousada para não perder o trono: embarca toda a família real portuguesa, além de juízes, e funcionários públicos rumo ao Brasil.
- Navios ingleses ajudam a família real portuguesa em sua fuga.
- Em troca, D. João realiza a abertura dos portos às nações amigas (principalmente a Inglaterra).
- Dessa forma, o Brasil colonial ficava autorizado a comercializar diretamente com outros países, sem a intervenção de Portugal, sua metrópole. Era o fim do Pacto Colonial.
- Reino Unido
- Com a chegada da família real ao Rio de Janeiro, D. João permite a instalação de manufaturas no Brasil (proibidas desde 1785).
- As manufaturas brasileiras, no entanto, não podiam competir com os produtos baratos vindos da Inglaterra.
- Com o aumento da importância do Brasil e o estabelecimento da família real no Rio de Janeiro, D. João decreta que o Brasil passava a ser Reino Unido a Portugal e não mais uma colônia.
- O Brasil ficava agora praticamente independente: podia produzir, comercializar e não estava mais abaixo de Portugal em importância.
sexta-feira, 16 de agosto de 2019
Revolução Cubana
- Antecedentes
- A economia de Cuba baseava-se na produção de cana-de-açúcar no século XX.
- A política cubana seguia em concordância com a de seus poderosos vizinhos, os EUA.
- Revolução:
- Fidel Castro, opositor ao governo de Fulgêncio Batista, lidera um mal sucedido ataque a um quartel militar na cidade de Santiago.
- Após ser libertado, exila-se no México e reagrupa suas forças. Lá, conhece o argentino Ernesto Guevara, conhecido como Che.
- De volta a Cuba, enfrentam militares e se estabelecem na Sierra Maestra, ganhando popularidade e apoio de grupos de camponeses.
- Conquistando gradualmente diversas regiões do país, assumem controle completo quando Fulgêncio Batista foge para a República Dominicana.
- Cuba comunista:
- O novo governo realiza ampla reforma agrária e investe na construção de escolas e hospitais, medidas populares.
- No entanto, a perseguição severa a opositores, restringe as liberdades individuais e de expressão na ilha.
- Depois de uma tentativa mal sucedida de invasão de Cuba arquitetada e equipada pelos EUA, Cuba recebe oficialmente o apoio da União Soviética e torna-se socialista.
- Para proteger seu novo aliado, a URSS propõe a instalação de mísseis nucleares em Cuba, o que gera a “Crise dos Mísseis” em plena Guerra Fria.
- Mesmo com o apoio dos soviéticos, a economia foi profundamente abalada com o forte boicote econômico imposto pelos EUA.

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Fidel Castro, preso pelo regime de Fulgêncio Batista. Fonte: Wikipedia |
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Fidel Castro falando a guerrilheiros. Fonte: Wikipedia |
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Che Guevara e Fidel Castro. Fonte: Wikipedia |
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Míssil soviético, causa da "Crise dos Mísseis" entre Cuba, EUA e URSS. Fonte: Wikipedia |
Inconfidência Mineira e Conjuração Baiana
- Inconfidência Mineira (cont.):
- Suas propostas:
- Criar um país independente.
- Criar uma universidade em Ouro Preto.
- Criar manufaturas (pequenas fábricas e oficinas).
- Não pretendiam libertar os escravos imediatamente.
- Conclusão da revolta:
- Três traidores (entre eles Joaquim Silvério dos Reis) denunciaram o movimento às autoridades.
- Os inconfidentes ficaram presos por três anos até saberem de suas penas enviadas por Portugal.
- Tiradentes, o alferes, foi o único a morrer na forca para servir de exemplo à população. Seu corpo foi esquartejado e suas partes espalhadas pelos vilarejos mineiros.
- A Conjuração Baiana:
- Motivo de insatisfação: o povo da Bahia passava por miséria e fome.
- As idéias iluministas chegam também à Bahia.
- Cartazes nas ruas de Salvador conclamavam os moradores para uma rebelião.
- Segundo os revoltosos, o povo da Bahia só teria liberdade, igualdade e fraternidade se fosse independente de Portugal.
- Base e idéias sociais:
- Diferentemente da Inconfidência Mineira, a Conjuração Baiana teve participação direta das camadas mais pobres da sociedade e por isso era chamada também de Conjuração dos Alfaiates.
- Por ser composta de pessoas pobres, seus ideais de igualdade eram mais radicais: defendiam a libertação de todos os escravos.
- Fim do movimento: a repressão portuguesa foi muito violenta. Os membros foram condenados a degredos para a África e a açoitamentos públicos. Todos os líderes do movimento foram condenados à morte na forca.
segunda-feira, 12 de agosto de 2019
Atividades - Terceiro Bimestre
Caros alunos, seguem os links para a realização das atividades bimestrais obrigatórias. Façam com dedicação. São estas as observações:
- Serão atribuídos 5,0 (cinco) pontos bimestrais para os Segundos Anos. Para os Terceiros Anos, a pontuação será definida juntamente com as turmas em função da realização do Segundo Simulado do ENEM
- Utilizem as próprias palavras e conhecimentos e explorem bem os temas propostos nas respostas. Cópias da internet e de outros grupos serão identificadas e não serão corrigidas.
- No link, poderão escrever livremente as respostas, as quais, ao final, serão diretamente enviadas.
- O prazo para o envio será até sábado, 24 de agosto de 2019, às 23:59. Postagens após essa data e horário não serão corrigidas
Mãos à obra!
Cliquem abaixo no link de sua série para começar
sexta-feira, 9 de agosto de 2019
Governo Juscelino Kubitschek
- O Governo Juscelino Kubitschek (1956-1961):
- Com Café Filho no poder, são realizadas as eleições que levam à vitória de Juscelino Kubitschek (apoiado pelo PSD e pelo PTB e com oposição da UDN).
- Juscelino sobe ao poder após alguns distúrbios políticos:
- Afastamento do vice Café Filho por motivo de saúde.
- Afastamento pelos militares do presidente da Câmara Carlos Luz.
- Término do mandato em estado de sítio sob comando do presidente do Senado, Nereu Ramos.
- Juscelino toma posse com a proteção dos militares e inicia uma profunda transformação econômica através de seu Plano de Metas.
- O Plano de Metas visava à criação de um parque industrial diversificado (automobilístico, naval e ampliação da siderurgia), além do aumento do parque rodoviário. Criou as hidrelétricas de Furnas e Três Marias.
- Tudo isso, no entanto, com uma política de capitalismo associado ou dependente, através de empréstimos internacionais.
- JK deu impulso à idéia do Pan-Americanismo, alertando os EUA para a situação econômica e social da América Latina.
- Deu início à construção de Brasília, a nova capital no centro do país, prevista desde a Constituição de 1891.
- Elevou muito a produção industrial através da aplicação de seu slogan "Cinqüenta anos em cinco".
- Criou a Sudene (Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste), com o intuito de diminuir a desigualdade entre as regiões brasileiras.
- Teve de combater alguns levantes militares, mas anistiou todos os revoltosos no final do mandato.
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Juscelino Kubitschek (à esq), médico militar em 1932. Fonte: Wikipedia |
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Juscelino Kubitschek (à esq.), então prefeito de Belo Horizonte e Getúlio Vargas (à dir.), presidente em 1940. Inauguração da pavimentação da Avenida do Contorno, na capital mineira. Fonte: Wkipedia |
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Igreja da Papulha. Fonte: Wikipedia |
Plano Piloto de Brasilia (Lúcio Costa/Oscar Niemeyer) Fonte: Wikipedia |
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Foto de satélite de Brasília. Fonte: Google Earth |
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Congresso Nacional. |
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Construção de Brasília (Ministérios). |
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Brasília vista do espaço. |
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"Asa", parte residencial de Brasília. |
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Praça dos Três Poderes e Ministérios. |
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Catedral de Brasília. |
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Palácio da Alvorada, moradia da Presidência da República em Brasília. |
Ponte Juscelino Kubitschek. |
Movimentos emancipacionistas na América Portuguesa
- A Inconfidência Mineira:
- As constantes derramas e a diminuição gradual do ouro deixam as elites de Minas Gerais insatisfeitas.
- Donos de terras e de escravos, juízes, médicos, padres e coronéis começam a se reunir em segredo.
- Além de serem influenciados pelas idéias iluministas, estavam endividados e achavam o governador mineiro corrupto.
- Odiavam a exploração colonial e o domínio de Portugal sobre a região.
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Uma das bandeiras propostas pelos inconfidentes. Fonte: Wikipedia |
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Representação de reunião secreta dos inconfidentes. Fonte: Wikipedia |
Curiosidade: calendário da Revolução Francesa
No outono:
No inverno:
Na primavera:
No verão:
A data da revolução, o 14 de julho, era, segundo esse calendário, o 26 Messidor, dia denominado "Sauge" (em português sálvia).
Esse calendário só vigorou de 22 de setembro de 1792 a 31 de dezembro de 1805, quando Napoleão Bonaparte ordenou o restabelecimento do calendário gregoriano, e também durante a Comuna de Paris (18 de março a 28 de maio de 1871).
Fonte: Wikipedia
- Vindemiário (vendémiaire): 22 de setembro a 21 de outubro
- Brumário (brumaire): 22 de outubro a 20 de novembro
- Frimário (frimaire): 21 de novembro a 20 de dezembro
No inverno:
- Nivoso (nivôse): 21 de dezembro a 19 de janeiro
- Pluvioso (pluviôse): 20 de janeiro a 18 de fevereiro
- Ventoso (ventôse): 19 de fevereiro a 20 de março
Na primavera:
- Germinal (germinal): 21 de março a 19 de abril
- Floreal (floréal): 20 de abril a 19 de maio
- Prairial (prairial): 20 de maio a 18 de junho
No verão:
- Messidor (messidor): 19 de junho a 18 de julho
- Termidor (thermidor): 19 de julho a 17 de agosto
- Frutidor (fructidor) : 18 de agosto a 20 de setembro.
A data da revolução, o 14 de julho, era, segundo esse calendário, o 26 Messidor, dia denominado "Sauge" (em português sálvia).
Esse calendário só vigorou de 22 de setembro de 1792 a 31 de dezembro de 1805, quando Napoleão Bonaparte ordenou o restabelecimento do calendário gregoriano, e também durante a Comuna de Paris (18 de março a 28 de maio de 1871).
Fonte: Wikipedia
Virada do poder na França revolucionária e ascensão de Napoleão Bonaparte
- A virada no poder:
- Na medida em que os exércitos revolucionários ganhavam as batalhas para a manutenção das idéias revolucionárias, cria-se uma situação de relativa segurança.
- Os radicais vão perdendo força e sendo destituídos do poder.
- Os girondinos acabam tomando o poder e implantando um governo (Diretório, formado por 5 membros eleitos em 5 anos) muito mais burguês.
- Os exércitos franceses conseguem expandir as idéias revolucionárias para outros países.
- Napoleão Bonaparte:
- Os girondinos alteram o governo para acabar com a violência: implantam um governo autoritário.
- O novo governo autoritário deveria ser desempenhado por um ditador, um herói nacional.
- O herói escolhido: Napoleão Bonaparte, um carismático general das tropas revolucionárias.
- O golpe do 18 Brumário: Napoleão dissolve o governo do Diretório com a ajuda das forças armadas.
- Sob o título de cônsul francês, Napoleão melhorou as finanças e teve diversos sucessos em batalhas contra as nações absolutistas. Tornou-se um líder popular.
- Sua aceitação foi tão grande que ele é coroado imperador no plebiscito de 1804.
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Napoleão Bonaparte. Fonte: Wikipedia |
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O general Napoleão retratado como líder de batalhas. Fonte: Wikipedia |
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Napoleão coroado imperador da França. Fonte: Wikipedia |
sexta-feira, 2 de agosto de 2019
Filme e série sobre Getúlio Vargas
Caros alunos dos terceiros anos, segue o trailer do filme Getúlio e a minissérie Agosto, mencionados em sala de aula. A série está disponível na íntegra no YouTube. Já o filme, acredito estar disponível na Netflix.
Trailer do filme Getúlio Vargas
Segundo Governo Vargas
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Vargas desfila em carro aberto em 1951. onte: Wikipedia |
- O Segundo Governo Vargas (1951-1954):
- Ao fim do Governo Dutra, a grande divisão em que se encontravam os partidos possibilitou a nova candidatura de Vargas.
- Vargas vence as eleições com grande margem de votos, sustentado pelo PTB, pelo PSP [Partido Social Progressista] e por setores do PSD e da esquerda.
- Principais aspectos:
- Economia: a inflação começava a crescer.
- Política nacionalista: "O petróleo é nosso". Limitação de capitais estrangeiros.
- Pressão interna:
- Oposicionistas: medo de uma nova ditadura de Vargas.
- Pressão dos militares pela demissão de Jango do Ministério do Trabalho: medo de que o Brasil se tornasse uma República Sindicalista (aproximação com as massas).
- Carlos Lacerda, opositor do governo sofre um atentado na Rua Toneleros.
- O vice-presidente Café Filho sugere a renúncia e rompe publicamente com Vargas.
- O Exército divulga manifesto exigindo a renúncia do presidente.
- Vargas suicida-se.
- Café Filho cumpre o restante do mandato, realizando as eleições programadas para 1955.
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Vargas posando com a mão suja de petróleo, quando da criação da Petrobrás. Fonte: Wikipedia |
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Campanha "O Petróleo é Nosso". Fonte: Wikipedia |
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Carlos Lacerda, opositor ferrenho de Getúlio Vargas. Fonte: Wikipedia |
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Lacerda após o atentado da Rua Tonelero. Fonte: Wikipedia |
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Matéria sobre o atentado da Rua Tonelero. Fonte: Wikipedia |
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Revista Manchete sobre o suicídio de Vargas. Fonte: Wikipedia |
Jornal trazendo o suicídio de Vargas. Fonte: Wikipedia |
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Jornal trazendo o suicídio de Vargas. Fonte: Wikipedia |
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Cortejo fúnebre de Vargas em praia do Rio de Janeiro. Fonte: Wikipedia |
A queda da Bastilha
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Guilhotina em praça pública Fonte: Wikipedia |
- A queda da Bastilha:
- O povo, insatisfeito com a postura do rei, invade os arsenais, confiscando armas.
- Centenas de pessoas marcham para a Bastilha (prisão de prisioneiros políticos e símbolo de poder real). Muitos morrem no conflito, mas a prisão é tomada.
- Com medo dos conflitos, deputados da Assembleia Nacional aprovam medidas para acabar com os privilégios de nobres e clérigos.
- É feita a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão.
- A contra-revolução:
- Países absolutistas (Áustria e Prússia) temem que a revolução os atinja.
- Recebem os nobres fugidos da França e preparam um exército invasor.
- O rei, que traía os franceses passando informações para os inimigos, tenta fugir, mas é preso.
- A nova França:
- A França torna-se uma República.
- O voto: universal masculino (maiores de 21 anos).
- Partidos: Gironda (alta burguesia - tradicionais "girondinos"), Planície (média burguesia - moderados) e Montanha (pequena burguesia - radicais "jacobinos")
- O rei é executado.
- Os jacobinos assumem o poder (com armas) e implantam o Terror (guilhotinavam todos aqueles que eram críticos de seus ideais).
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Jardins do Palácio de Versalhes Fonte: Wikipedia |
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A Tomada da bastilha, por Jean-Pierre Louis Laurent Houël Fonte: Wikipedia |
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