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Caros alunos, este espaço permanente será destinado à reunião de materiais curriculares e extra curriculares. Acredito que aqui conseguirei disponibilizar recursos a mais para quem necessita de uma ajuda ou para quem deseja aprofundar seus conhecimentos em História.
Informe-se
Para aqueles que se preparam para concursos em geral, a dica é se manter sempre informado. Jornais online são uma ótima fonte de informação, principalmente pelo fato de podermos selecionar aquilo que realmente nos interessa. Seguem alguns muito bons: Folha de São Paulo; Estado de São Paulo; O Globo; G1; Barbacena Mais; Barbacena Online; BBC (britânica) e CNN (americana).
sexta-feira, 12 de junho de 2020
quinta-feira, 11 de junho de 2020
quarta-feira, 10 de junho de 2020
Matéria complementar - 2º Ano
PRIMEIRA PARTE
- Escravismo colonial:
- Dividido entre a escravidão indígena e a escravidão negra:
- Escravidão indígena: foi praticada em menor escala. O motivo foi a reação das ordens religiosas católicas, que eram contra.
- Escravidão negra: regulamentada em 1550. A partir dessa data milhares de africanos entram na colônia para formar a base da mão-de-obra.
- O Tráfico de Escravos:
- Os escravos eram comprados de mercadores também africanos.
- Portugueses aproveitavam a rivalidade existente entre as diferentes tribos africanas.
- As péssimas condições da viagem faziam com que cerca de 40% a 60% da "carga" fosse perdida.
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| Foto retratando uma família e seus escravos (ao fundo). Século XIX. Fonte: Wikipedia |
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| Senhora branca e seus escravos ao lado da liteira (séc. XIX). Fonte: Wikipedia |
SEGUNDA PARTE
- A Inconfidência Mineira:
- As constantes derramas e a diminuição gradual do ouro deixam as elites de Minas Gerais insatisfeitas.
- Donos de terras e de escravos, juízes, médicos, padres e coronéis começam a se reunir em segredo.
- Além de serem influenciados pelas idéias iluministas, estavam endividados e achavam o governador mineiro corrupto.
- Odiavam a exploração colonial e o domínio de Portugal sobre a região.
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| Uma das bandeiras propostas pelos inconfidentes. Fonte: Wikipedia |
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| Representação de reunião secreta dos inconfidentes. Fonte: Wikipedia |
- Inconfidência Mineira (cont.):
- Suas propostas:
- Criar um país independente.
- Criar uma universidade em Ouro Preto.
- Criar manufaturas (pequenas fábricas e oficinas).
- Não pretendiam libertar os escravos imediatamente.
- Conclusão da revolta:
- Três traidores (entre eles Joaquim Silvério dos Reis) denunciaram o movimento às autoridades.
- Os inconfidentes ficaram presos por três anos até saberem de suas penas enviadas por Portugal.
- Tiradentes, o alferes, foi o único a morrer na forca para servir de exemplo à população. Seu corpo foi esquartejado e suas partes espalhadas pelos vilarejos mineiros.
- A Conjuração Baiana:
- Motivo de insatisfação: o povo da Bahia passava por miséria e fome.
- As idéias iluministas chegam também à Bahia.
- Cartazes nas ruas de Salvador conclamavam os moradores para uma rebelião.
- Segundo os revoltosos, o povo da Bahia só teria liberdade, igualdade e fraternidade se fosse independente de Portugal.
- Base e idéias sociais:
- Diferentemente da Inconfidência Mineira, a Conjuração Baiana teve participação direta das camadas mais pobres da sociedade e por isso era chamada também de Conjuração dos Alfaiates.
- Por ser composta de pessoas pobres, seus ideais de igualdade eram mais radicais: defendiam a libertação de todos os escravos.
- Fim do movimento: a repressão portuguesa foi muito violenta. Os membros foram condenados a degredos para a África e a açoitamentos públicos. Todos os líderes do movimento foram condenados à morte na forca.
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| Bandeira proposta pela Conjuração Baiana. Fonte: Wikipedia |
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| Salvador, centro da Conjuração Baiana. Fonte: Wikipedia |
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| Embarque da familiar real portuguesa. Fonte: Wikipedia. |
- A transferência da família real para o Brasil:
- No século XIX, Napoleão fazia uma guerra na Europa para garantir os ideais da revolução Francesa.
- Para abalar a economia de seu inimigo, a Inglaterra, cria o Bloqueio Continental.
- Portugal, dependente do comércio inglês, se recusa a cumprir o bloqueio.
- Napoleão ordena a invasão de Portugal pelos exércitos franceses.
- D. João, príncipe regente de Portugal toma uma decisão ousada para não perder o trono: embarca toda a família real portuguesa, além de juízes, e funcionários públicos rumo ao Brasil.
- Navios ingleses ajudam a família real portuguesa em sua fuga.
- Em troca, D. João realiza a abertura dos portos às nações amigas (principalmente a Inglaterra).
- Dessa forma, o Brasil colonial ficava autorizado a comercializar diretamente com outros países, sem a intervenção de Portugal, sua metrópole. Era o fim do Pacto Colonial.
- Reino Unido
- Com a chegada da família real ao Rio de Janeiro, D. João permite a instalação de manufaturas no Brasil (proibidas desde 1785).
- As manufaturas brasileiras, no entanto, não podiam competir com os produtos baratos vindos da Inglaterra.
- Com o aumento da importância do Brasil e o estabelecimento da família real no Rio de Janeiro, D. João decreta que o Brasil passava a ser Reino Unido a Portugal e não mais uma colônia.
- O Brasil ficava agora praticamente independente: podia produzir, comercializar e não estava mais abaixo de Portugal em importância.
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| Bênção das bandeiras da Revolução de 1817, óleo sobre tela de Antônio Parreiras. Fonte: Wikipedia |
- Revolução Pernambucana de 1817: descontentes com o governo de D. João, moradores da província se revoltaram e declararam a independência de Pernambuco, inspirados pelos ideais iluministas. Foram violentamente reprimidos.
- Revolução Constitucionalista do Porto (1820): com a derrota de Napoleão, a população de Portugal começa a desejar que seu rei, D. João, retorne para o reino. No entanto, segundo os revoltosos da cidade do Porto, o poder do rei não poderia ser absoluto como antes. O povo de Portugal convoca as Cortes para a elaboração de uma Constituição. D. João continuava a ser rei, mas tinha que obedecer aos princípios contidos na Constituição feita pelo povo.
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| Pintura retratando a elaboração da primeira Constituição Portuguesa, após a Revolução do Porto. Fonte: Wikipedia |
terça-feira, 9 de junho de 2020
ATIVIDADES - TEMA 1 - SEMANA 4 - Conflitos no Mundo Contemporâneo
As atividades devem ser enviadas através do Google Classroom.
Caso não seja possível, entre em contato comigo.
ATIVIDADES - TEMA 1 - SEMANA 4 - Embates Políticos no Processo de Construção e Afirmação do Estado Nacional
As atividades devem ser enviadas através do Google Classroom.
Caso não seja possível, entre em contato comigo.
sexta-feira, 5 de junho de 2020
quinta-feira, 4 de junho de 2020
quarta-feira, 3 de junho de 2020
Matéria complementar - 2º Ano
PRIMEIRA PARTE
SEGUNDA PARTE
| Reprodução da vida cotidiana na cidade asteca. Fonte: Wikipedia |
A partilha das terras descobertas
- Tratados de partilha:
- Tratado de Toledo (1480) [Portugal cedia as Ilhas Canárias à Espanha em troca do monopólio do comércio no litoral africano],
- Bula Inter-Coetera (1493) [traça-se uma linha imaginária a 100 léguas a oeste das Ilhas de Cabo Verde. Proposta recusada por Portugal]
- Tratado de Tordesilhas (1494) [aumento da distância de 100 para 370 léguas a partir de Cabo Verde. As terras a oeste passariam ao domínio espanhol e as terra a leste, ao domínio de Portugal].
- Após a circunavegação realizada por Fernão de Magalhães, demarcam-se também as terras do Oriente através do Tratado de Saragoça (1529).
- O restante dos países europeus (Inglaterra, França e Holanda) reage passando a financiar corsários e piratas para atacar embarcações e portos.
- Capitalismo comercial.
- Predomínio da burguesia mercantil.
- Busca pelo Estado Absolutista.
- Mercantilismo.
- As áreas metropolitanas:
- Centros do Sistema Colonial: países que participaram das navegações e descobertas (Portugal, Espanha, Inglaterra, França e Holanda).
- Forneciam produtos manufaturados e escravos às suas colônias.
- Cobravam impostos e ficavam com as produções agrícolas de suas colônias.
- As áreas coloniais:
- Periferia do Sistema Colonial: colônias, portos e feitorias espalhadas por América, África e Ásia.
- Tinham produção voltada a gêneros que não eram encontrados na Europa.
- O Pacto Colonial:
- Monopólio metropolitano do comércio e navegação coloniais.
- Regime de porto único.
- Os espanhóis voltam-se rapidamente à exploração e conquista das novas terras ocidentais.
- Sua colonização concentra-se principalmente nas regiões onde se encontram o México e o Peru, notadamente mais ricas em metais como ouro e prata.
- Região do México (1518-1525):
- Conquista sob a liderança de Fernan Cortés.
- Destruição do Império Asteca, cuja capital era Tenochtitlán.
- Região do Peru (1531-1538):
- Conquista sob a liderança de Francisco Pizarro e Diego de Almagro.
- Destruição do Império Inca, cuja capital era Cuzco.
- Território espanhol assegurado na América: área compreendendo os atuais Chile, México, Equador e Bolívia.
- Organização política: as áreas foram divididas em vice-reinados subordinados ao Real e Supremo Conselho da Índias e ao rei.
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| Pintura ilustrando o combate entre espanhóis e astecas. Fonte: Wikipedia |
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| Construções nativo-americanas. Fonte: Wikipedia |
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| Construções nativo-americanas. Fonte: Wikipedia |
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| Garota mumificada inca. Fonte: Wikipedia |
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| Mapa português das Capitanias Hereditárias. Fonte: Wikipedia |
- A colonização do Brasil:
- As capitanias hereditárias.
- Divisão da América Portuguesa em grandes lotes de terra.
- Estes lotes de terra seriam hereditários.
- Objetivos:
- Compensar os efeitos negativos do fracasso mercantil na Índia.
- Proteger seus domínios de invasores ingleses, franceses e holandeses.
- Colonizar as novas terras descobertas
- O Brasil é dividido em 15 lotes. [Maranhão (2 lotes), Ceará, Rio Grande, Itamaracá, Pernambuco, Bahia de Todos os Santos, Ilhéus, Porto Seguro, Espírito Santo, São Tomé, São Vicente (2 lotes), Santo Amaro e Santana.]
- Conclusão: o sistema de capitanias fracassou. Motivos:
- Grande distância da metrópole.
- Hostilidade indígena.
- Grande extensão dos lotes.
- Desinteresse dos donatários (pessoas que receberam os lotes doados).
- O Governo Geral:
- Após o fracasso das Capitanias Hereditárias, cria-se, em 1549, o Governo Geral do Brasil.
- Objetivo: garantir a unidade administrativa da colônia.
- A França Antártica:
- Não satisfeita com a divisão da América entre espanhóis e portugueses, a França invade o Rio de Janeiro.
- Estácio de Sá, sobrinho de Mem de Sá, consegue expulsar os franceses, mas é morto no conflito.
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| Árvore de pau-brasil, interessante produto comercial encontrado por Portugal em sua colônia na América. Fonte: Wikipedia |
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| Ilustração de tribo indígena brasileira. Fonte: Wikipedia |
- A Igreja e a colonização:
- Espírito cruzadista: a colonização deveria salvar as populações pagãs (indígenas) da perdição.
- Presença de diversas ordens religiosas em missão na colônia: jesuítas (muito presente), carmelitas, dominicanos e beneditinos.
- Contra-Reforma: estabelece os Tribunais da Inquisição.
- A economia colonial:
- Mercantilismo: leva à implantação de uma grande lavoura de exportação.
- A grande propriedade monocultora: sesmarias e latifúndios. Sistema de "plantation" (busca de maior produtividade).
- A economia açucareira:
- Implantada devido à escassez do produto na Europa.
- Principal foco da implantação: litoral nordestino. Motivo: clima tropical favorável.
- Estrutura típica de uma fazenda produtora de açúcar no nordeste: a casa grande, a capela, a senzala e o engenho.
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| Forma para confecção de pães-de-açúcar Fonte: Wikipedia |
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| Moenda de cana em um engenho Fonte: Wikipedia |
SEGUNDA PARTE
- França do século XVIII:
- Governo absolutista (Antigo Regime).
- Profundas desigualdades sociais:
- Sociedade dividida entre três grupos:
- Primeiro Estado: Nobreza (rei e nobres da corte).
- Segundo Estado: Clero (membros de instituições religiosas).
- Terceiro Estado: Povo (camponeses, artesãos, comerciantes, etc.)
- Situação econômica e social delicada.
- Altos impostos para os burgueses e pouca comida para as camadas mais pobres.
- A nobreza e o clero tinham grandes palácios, luxo e privilégios sobre o povo e os burgueses.
- O desenvolvimento técnico-industrial iniciado no século XVII dava cada vez mais força à burguesia.
- A Revolução:
- Com o aumento da crise, o rei convoca os Estados Gerais, com 900 representantes escolhidos pelos três estados.
- Os Estados Gerais falham na tentativa de conter a crise. O rei, absolutista, não era obrigado a obedecer as recomendações. Além disso, a nobreza e o clero sempre frustravam as tentativas de fazer mudanças.
- O Terceiro Estado se rebela e se organiza em uma Assembléia em nome da França para que leis fossem elaboradas.
- O rei e os nobres não admitem o ato ousado do Terceiro Estado e reagem com violência.
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| Guilhotina em praça pública Fonte: Wikipedia |
- A queda da Bastilha:
- O povo, insatisfeito com a postura do rei, invade os arsenais, confiscando armas.
- Centenas de pessoas marcham para a Bastilha (prisão de prisioneiros políticos e símbolo de poder real). Muitos morrem no conflito, mas a prisão é tomada.
- Com medo dos conflitos, deputados da Assembleia Nacional aprovam medidas para acabar com os privilégios de nobres e clérigos.
- É feita a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão.
- A contra-revolução:
- Países absolutistas (Áustria e Prússia) temem que a revolução os atinja.
- Recebem os nobres fugidos da França e preparam um exército invasor.
- O rei, que traía os franceses passando informações para os inimigos, tenta fugir, mas é preso.
- A nova França:
- A França torna-se uma República.
- O voto: universal masculino (maiores de 21 anos).
- Partidos: Gironda (alta burguesia - tradicionais "girondinos"), Planície (média burguesia - moderados) e Montanha (pequena burguesia - radicais "jacobinos")
- O rei é executado.
- Os jacobinos assumem o poder (com armas) e implantam o Terror (guilhotinavam todos aqueles que eram críticos de seus ideais).
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| Jardins do Palácio de Versalhes Fonte: Wikipedia |
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| A Tomada da bastilha, por Jean-Pierre Louis Laurent Houël Fonte: Wikipedia |
- A virada no poder:
- Na medida em que os exércitos revolucionários ganhavam as batalhas para a manutenção das idéias revolucionárias, cria-se uma situação de relativa segurança.
- Os radicais vão perdendo força e sendo destituídos do poder.
- Os girondinos acabam tomando o poder e implantando um governo (Diretório, formado por 5 membros eleitos em 5 anos) muito mais burguês.
- Os exércitos franceses conseguem expandir as idéias revolucionárias para outros países.
- Napoleão Bonaparte:
- Os girondinos alteram o governo para acabar com a violência: implantam um governo autoritário.
- O novo governo autoritário deveria ser desempenhado por um ditador, um herói nacional.
- O herói escolhido: Napoleão Bonaparte, um carismático general das tropas revolucionárias.
- O golpe do 18 Brumário: Napoleão dissolve o governo do Diretório com a ajuda das forças armadas.
- Sob o título de cônsul francês, Napoleão melhorou as finanças e teve diversos sucessos em batalhas contra as nações absolutistas. Tornou-se um líder popular.
- Sua aceitação foi tão grande que ele é coroado imperador no plebiscito de 1804.
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| Napoleão Bonaparte. Fonte: Wikipedia |
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| O general Napoleão retratado como líder de batalhas. Fonte: Wikipedia |
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| Napoleão coroado imperador da França. Fonte: Wikipedia |
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| Pintura retratando a retirada das tropas napoleônicas. Fonte: Wikipedia |
- O Bloqueio Continental:
- Para acabar com a oposição da Inglaterra, Napoleão decreta o Bloqueio Continental (proibição de todos os países do continente europeu de comercializarem com a Inglaterra).
- Alguns países, como a Rússia, se recusaram a cumprir o Bloqueio Continental.
- Ao declarar guerra contra a Rússia, no entanto, Napoleão acaba perdendo o controle.
- As tropas francesas são aniquiladas (fome e frio) nos ataques à Rússia, graças ao rigoroso inverno russo.
- Napoleão, derrotado, é preso, mas acaba retornando e governando ainda por 100 dias.
- Após esse período é preso definitivamente na ilha de Santa Helena, onde morre doente em 1821.
- O Congresso de Viena:
- Reunião organizada pelas grandes potências européias após a derrota definitiva de Napoleão.
- Motivo: reorganizar as fronteiras da Europa após as anexações empreendidas pela França.
- Sua intenção era a de garantir o equilíbrio na Europa, evitando que França voltasse a ter um grande poderio.
- Solução encontrada: o retorno dos limites franceses anteriores à Revolução (1789).
- O Congresso não conseguiu, no entanto, impedir movimentos revolucionários de cunho social durante o século XIX.
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| Pintura retratando Napoleão Bonaparte em seu exílio na Ilha de Santa Helena. Fonte: Wikipedia |
terça-feira, 2 de junho de 2020
ATIVIDADES - TEMA 1 - SEMANA 3 - Conflitos no Mundo Contemporâneo
As atividades devem ser enviadas através do Google Classroom.
Caso não seja possível, entre em contato comigo.
ATIVIDADES - TEMA 1 - SEMANA 3 - Embates Políticos no Processo de Construção e Afirmação do Estado Nacional
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