Caros alunos, este espaço permanente será destinado à reunião de materiais curriculares e extra curriculares. Acredito que aqui conseguirei disponibilizar recursos a mais para quem necessita de uma ajuda ou para quem deseja aprofundar seus conhecimentos em História.

Informe-se

Para aqueles que se preparam para concursos em geral, a dica é se manter sempre informado. Jornais online são uma ótima fonte de informação, principalmente pelo fato de podermos selecionar aquilo que realmente nos interessa. Seguem alguns muito bons: Folha de São Paulo; Estado de São Paulo; O Globo; G1; Barbacena Mais; Barbacena Online; BBC (britânica) e CNN (americana).

sexta-feira, 29 de março de 2019

Revoltas militares na República Velha

Marcha dos 18 do forte. Fotografia.
Fonte: Wikipedia
  • A Revolta da Chibata: 
  • Marcha dos 18 do Forte. Fotografia.
    Fonte: Wikipedia
    • Revolta de marinheiros contra o abuso de autoridade e os maus tratos dentro dos navios da Marinha. 
    • Além disso, reivindicavam melhores soldos (salários). 
    • Os marinheiros tomam os navios e ameaçam bombardear bairros nobres e a sede do governo no Rio de Janeiro. 
    • O governo negocia e põe fim às chibatas, mas os marinheiros são presos e seus líderes são fuzilados. 
  • O tenentismo: 
    • Os jovens oficiais do exército estavam insatisfeitos com o domínio das elites agrárias no Brasil. 
    • Resolvem tentar mudar o país, conclamando revoltas entre os próprios militares. 
    • Revolta dos 18 do Forte:
      • Insatisfeitos com o presidente, tomam o Forte de Copacabana. 
      • Sem apoio dos outros militares, 18 tenentes saem do forte marchando armados pela praia contra as oligarquias. 
      • Apenas dois deles sobrevivem ao conflito que se seguiu.
    • Coluna Prestes:
      • Tenentes insatisfeitos com o governo criam uma coluna (grupo numeroso de homens armados) e marcham pelo interior do país.
      • Passam por diversos estados brasileiros (RS, SP, GO, BA, CE, entre outros), sem nunca terem sido completamente derrotados.
      • Ao final do movimento, exilam-se, com seus líderes (entre eles, Luís Carlos Prestes), na Bolívia.
Integrantes da Coluna Prestes. Fotografia.
Fonte: Wikipedia

Mapa indicando a grande marcha da Coluna Prestes.
Fonte: Wikipedia

quinta-feira, 28 de março de 2019

União Ibérica e invasões estrangeiras

D. Sebastião, monarca português.
Fonte: Wikipedia
  • A União Ibérica:
    • A morte de D. Sebastião, rei de Portugal, em 1578 provoca uma crise sucessória.
    • Diversos monarcas europeus reclamam para si o trono de Portugal.
    • Em 1580, Felipe II, rei da Espanha, exige o trono português, unindo as duas coroas e construindo vasto império.
    • Conseqüências para o Brasil:
      • Fechamento dos portos brasileiros aos navios holandeses.
      • Supressão temporária do Tratado de Tordesilhas.
      • Interrupção temporária do tráfico negreiro e aumento da escravidão indígena. 
  • Ataques e invasões estrangeiras: 
    • A França Equinocial (1612-1615):
      • Mesmo após a derrota da França Antártica, os franceses continuaram com as tentativas de invasão do Brasil.
      • Os franceses chegam ao Maranhão e fundam o forte de Saint Louis (que mais tarde torna-se a capital São Luís).
      • Brasão da União Ibérica
        Fonte: Wikipedia
      • Em 1615, após indisposições e acordos os franceses são expulsos da área.
    • As invasões holandesas (1624-1654):
      • Os holandeses invadem Salvador, na Bahia.
      • Com a chegada de uma esquadra portuguesa, uma guerrilha consegue expulsar os invasores em 1625.
      • No entanto, após reunir uma grande esquadra, a Holanda invade o Brasil mais uma vez, na região de Pernambuco.
      • A chegada de Maurício de Nassau ajuda a fortalecer a colônia holandesa no Brasil, que se estende do litoral de Sergipe até o Maranhão.
      • Nassau se aproveita para ajudar os produtores de açúcar e aproximar-se da população local.
      • Achando essa administração muito dispendiosa, o governo da Holanda acaba por demitir Nassau e enfraquecer sua colônia na América.

        D. Felipe II, monarca espanhol.
        Fonte: Wikipedia

segunda-feira, 25 de março de 2019

quinta-feira, 21 de março de 2019

Praça da Liberdade

Aspectos da antiga Praça da Liberdade ao longo dos anos. Atual Praça Conde de Prados (Praça do Globo), foi antes lugar de um pelourinho para suplício público de escravos






Lampião, 1936

Trechos do filme feito em 1936 com o bando de cangaceiros liderados por Lampião e Maria Bonita. Dada à fama alcançada pelo bando, o interesse nacional foi grande, buscando conhecer o cotidiano do grupo que nunca era derrotado pelas forças legalistas, resistindo mesmo após 1930.

Cangaço e Revolta da Vacina

Lampião e acompanhado de sua mulher,
Maria Bonita.
Fonte: Wikipedia
  • Cangaceiros no sertão nordestino: 
    • Condições de miséria, fome e desigualdade social criam milhares de excluídos. 
    • Os latifundiários tinham poder e riqueza. 
    • Os cangaceiros, revoltados com essa situação, torturavam, roubavam e matavam. A violência era disseminada também entre os policiais. 
    • Os cangaceiros deixam de existir à medida que a força policial foi tornando-se mais forte.
  • A Revolta da Vacina: 
    • Em 1904, o prefeito do Rio de Janeiro decide modernizar a cidade, destruindo os cortiços e exterminando as doenças endêmicas. 
    • O plano de saneamento proposto pelo médico Oswaldo Cruz incluía a vacinação contra a febre amarela, a varíola e a peste bubônica. 
    • A população, pouco esclarecida, não entende o princípio da vacinação e se recusa a tomar as vacinas. 
    • O governo age de forma autoritária e torna a vacinação obrigatória. Essa atitude é explorada pela oposição, que incita a população a se revoltar. 
    • A rebelião causa um quebra-quebra que termina até em mortes. No entanto o problema com as doenças diminui. 

Cabeças dos integrantes do bando de Lampião, morto
após confronto com a forças militares.
Fonte: Wikipedia


Área de atuação de bandos de cangaceiros.
Fonte: Wikipedia

Revista da Semana, ilustrando na capa
a obrigatoriedade da vacinação.
Fonte: Wikipedia

Bonde tombado após confrontos causados
pela Revolta da Vacina
Fonte: Wikipedia

Testes - V ou F - Segundos Anos

2.10
1 - F
2 - F
3 - V
4 - V

2.11
1 - V
2 - V
3 - V
4 - F

2.12
1 - V
2 - F
3 - V
4 - F

2.13
1 - V
2 - V
3 - V
4 - F

2.14
1 - V
2 - F
3 - F
4 - F

quinta-feira, 14 de março de 2019

Escravismo colonial

Feitor punindo um escravo africano. Pintura.
Fonte: Wikipedia
  • Escravismo colonial:
    • Dividido entre a escravidão indígena e a escravidão negra:
    • Escravidão indígena: foi praticada em menor escala. O motivo foi a reação das ordens religiosas católicas, que eram contra.
    • Escravidão negra: regulamentada em 1550. A partir dessa data milhares de africanos entram na colônia para formar a base da mão-de-obra. 
  • O Tráfico de Escravos:
    • Os escravos eram comprados de mercadores também africanos.
    • Portugueses aproveitavam a rivalidade existente entre as diferentes tribos africanas.
    • As péssimas condições da viagem faziam com que cerca de 40% a 60% da "carga" fosse perdida.

Foto retratando uma família e seus escravos (ao fundo).
Século XIX.
Fonte: Wikipedia

Senhora branca e seus escravos ao lado da liteira (séc. XIX).
Fonte: Wikipedia

Tráfico de escravos

Caros alunos dos segundos anos, como iniciamos o estudo da escravidão africada e do famigerado tráfico através do Atlântico, fica aqui o registro do interessante filme Amistad que retrata com crueza a natureza dessa atividade. Portugal (e mais tarde o Brasil enquanto país formalmente constituído) foi responsável pela criação de uma demanda de mão-de-obra para as lavouras coloniais.

quarta-feira, 13 de março de 2019

Guerra de Canudos

Caros alunos dos terceiros anos, segue abaixo o filme Guerra de Canudos, que traz uma visão sobre o conflito. O filme está completo no YouTube.

Esquemas úteis