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Caros alunos, este espaço permanente será destinado à reunião de materiais curriculares e extra curriculares. Acredito que aqui conseguirei disponibilizar recursos a mais para quem necessita de uma ajuda ou para quem deseja aprofundar seus conhecimentos em História.
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Para aqueles que se preparam para concursos em geral, a dica é se manter sempre informado. Jornais online são uma ótima fonte de informação, principalmente pelo fato de podermos selecionar aquilo que realmente nos interessa. Seguem alguns muito bons: Folha de São Paulo; Estado de São Paulo; O Globo; G1; Barbacena Mais; Barbacena Online; BBC (britânica) e CNN (americana).
domingo, 10 de março de 2013
Aula - Terceiros Anos - 05/02/2013 a 08/03/2013
Brasil na Primeira República
- A República da Espada:
- Proclamação da República: formato de golpe militar, sem qualquer participação popular. D. Pedro II e a família real são expulsos do país.
- Contexto econômico:
- Grandes exportações de café davam grande poder à elite agrária.
- A produção da borracha, no norte do Brasil, dava grandes lucros, apesar do processo precário de extrativismo.
- A indústria nacional dava seus primeiros passos, impulsionada pela postura inovadora do antigo imperador. Surge o proletariado brasileiro.
- O Governo Deodoro da Fonseca:
- Primeiro presidente do Brasil.
- Eleito pelo voto indireto do Congresso (segundo a constituição).
[Explicar aqui como se deu a "eleição" de Deodoro: ameaça de soldados nas ruas sob as ordens do marechal para convencer os deputados e senadores.]
- Crise:
- Política do Encilhamento (produção de papel moeda para aumentar o crédito).
- Fechamento de jornais opositores e tentativa de fechamento do Congresso.
- Revolta da Armada.
- Deodoro renuncia por causa da ameaça de uma guerra civil.
- O Governo Floriano Peixoto:
- Também um militar, como Deodoro da Fonseca.
- Deu total apoio aos cafeicultores, base econômica de seu governo.
- Governou de forma autoritária.
- Combateu a Revolta da Armada com apoio dos EUA
- A Constituição de 1891:
- Estabelecia três poderes: executivo, legislativo e judiciário.
- O voto:
- Voto direto para presidente, governadores, prefeitos, deputados federais e estaduais, senadores e vereadores.
- Podiam votar: homens, maiores de 21 anos que não fossem soldados, padres ou analfabetos. Exclusão de 80% da população brasileira.
- Altos índices de fraudes e coerção nas eleições.
- Implantação do federalismo: maior autonomia para os estados e suas oligarquias.
- Separação entre e Estado e Igreja.
- O café, os imigrantes e a industrialização
- Café: maior produto brasileiro para a exportação.
- Problema: queda dos preços no mercado externo:
- O governo intervém no mercado através do Convênio de Taubaté: o governo compra os excedentes da produção para forçar a elevação dos preços.
- O governo contrai empréstimos com bancos ingleses e aumenta impostos sobre a população.
- A República das Oligarquias (1894-1930):
- Primeiro presidente civil: Prudente de Morais.
- O poder estava localizado nos estados: grupos ligados à produção agrícola dominavam o cenário político.
- Esquema oligárquico:
- Política dos Governadores: garantia autonomia aos governos estaduais. Em troca, deputados e senadores federais não atrapalhavam as medidas presidenciais.
- O coronelismo: os chefes políticos locais (grandes fazendeiros, ainda possuidores do título de Coronel da antiga Guarda Nacional) garantiam a manutenção de grupos favoráveis no poder através do voto de cabresto.
- Política do Café-com-Leite: controle da sucessão presidencial feito pelos estados de Minas Gerais e São Paulo, mais fortes economicamente.
- Presidentes da República Velha (Período Oligárquico): Prudente de Morais, Campos Sales, Rodrigues Alves, Afonso Pena, Nilo Peçanha, Marechal Hermes da Fonseca (ruptura do Café-com-Leite), Venceslau Brás, Delfim Moreira, Epitácio Pessoa, Artur Bernardes e Washington Luís.
Rebeliões na República Velha
- A crise social no campo:
- Os trabalhadores rurais viviam em condições miseráveis.
- O alto lucro e o luxo ficavam com os grandes latifundiários.
- A Revolta de Canudos:
- Comunidade formada por camponeses pobres em uma terra sem dono no interior da Bahia.
- Organizados pelo pregador religioso Antônio Conselheiro.
- Os fazendeiros da região não viam a autonomia dos camponeses com bons olhos.
- Antônio Conselheiro ainda pregava um discurso religioso a favor da monarquia.
- Expedições militares foram enviadas pelo presidente:
- As três primeiras são derrotadas.
- A quarta tinha até canhões alemães comandados por dois generais e arrasou o arraial após uma batalha de três meses.
- A Revolta do Contestado:
- Movimento camponês ocorrido em Santa Catarina.
- A instalação de madeireiras e de uma companhia norte-americana construtora de estradas de ferro causou insatisfação entre os camponeses. Motivo: eles eram expulsos de suas terras.
- Base religiosa: os camponeses, guiados pelo "monge" José Maria, acreditavam que Cristo retornaria para ajudá-los.
- Com essa convicção, iniciaram ataques contra as empresas.
- O presidente intervêm, acionando o exército, que massacra os camponeses.
- Cangaceiros no sertão nordestino:
- Condições de miséria, fome e desigualdade social criam milhares de excluídos.
- Os latifundiários tinham poder e riqueza.
- Os cangaceiros, revoltados com essa situação, torturavam, roubavam e matavam. A violência era disseminada também entre os policiais.
- Os cangaceiros deixam de existir à medida que a força policial foi tornando-se mais forte.
- A Revolta da Vacina:
- Em 1904, o prefeito do Rio de Janeiro decide modernizar a cidade, destruindo os cortiços e exterminando as doenças endêmicas.
- O plano de saneamento proposto pelo médico Oswaldo Cruz incluía a vacinação contra a febre amarela, a varíola e a peste bubônica.
- A população, pouco esclarecida, não entende o princípio da vacinação e se recusa a tomar as vacinas.
- O governo age de forma autoritária e torna a vacinação obrigatória. Essa atitude é explorada pela oposição, que incita a população a se revoltar.
- A rebelião causa um quebra-quebra que termina até em mortes. No entanto o problema com as doenças diminui.
- A Revolta da Chibata:
- Revolta de marinheiros contra o abuso de autoridade e os maus tratos dentro dos navios da Marinha.
- Além disso, reivindicavam melhores soldos (salários).
- Os marinheiros tomam os navios e ameaçam bombardear bairros nobres e a sede do governo no Rio de Janeiro.
- O governo negocia e põe fim às chibatas, mas os marinheiros são presos e seus líderes são fuzilados.
- O tenentismo:
- Os jovens oficiais do exército estavam insatisfeitos com o domínio das elites agrárias no Brasil.
- Resolvem tentar mudar o país, conclamando revoltas entre os próprios militares.
- Insatisfeitos com o presidente, tomam o Forte de Copacabana.
- Sem apoio dos outros militares, 18 tenentes saem do forte marchando armados pela praia contra as oligarquias.
- Apenas dois deles sobrevivem ao conflito que se seguiu.
Primeira Guerra Mundial e Revolução Russa
- A Belle Époque:
- Os constantes melhoramentos tecnológicos do final do século XIX e do início do século XX criam uma situação de euforia em todo o mundo.
- O aperfeiçoamento dos motores a combustão, as invenções do cinema, do avião e os grandes avanços da medicina previam um mundo com melhor qualidade de vida.
- Mas os nacionalismos exacerbados e o crescente imperialismo alteram essas previsões.
- A Primeira Guerra Mundial:
- O crescimento dos monopólios europeus cria uma situação de alta rivalidade.
- Os países europeus começam a competir por mercados da Ásia e da África.
- Os ânimos se exaltam e velhas feridas ressurgem:
- Inglaterra e França: rivais históricas desde a Idade Média.
- França e Alemanha: a França foi humilhada na derrota da Unificação Alemã.
- Inglaterra e Alemanha: rivalidade entre os mais industrializados.
- Império Austro-Húngaro e Rússia: disputa territorial e étnica.
- Alemanha e Itália e potências européias: disputa por colônias.
Aula - Segundos Anos - 05/02/2013 a 08/03/2013
- A União Ibérica:
- A morte de D. Sebastião, rei de Portugal, em 1578 provoca uma crise sucessória.
- Diversos monarcas europeus reclamam para si o trono de Portugal.
- Em 1580, Felipe II, rei da Espanha, exige o trono português, unindo as duas coroas e construindo vasto império.
- Conseqüências para o Brasil:
- Fechamento dos portos brasileiros aos navios holandeses.
- Supressão temporária do Tratado de Tordesilhas.
- Interrupção temporária do tráfico negreiro e aumento da escravidão indígena.
- Ataques e invasões estrangeiras:
- A França Equinocial (1612-1615):
- Mesmo após a derrota da França Antártica, os franceses continuaram com as tentativas de invasão do Brasil.
- Os franceses chegam ao Maranhão e fundam o forte de São Luís (que mais tarde torna-se a capital São Luís).
- Em 1615, após indisposições e acordos os franceses são expulsos da área.
- As invasões holandesas (1624-1654):
- Os holandeses invadem Salvador, na Bahia.
- Com a chegada de uma esquadra portuguesa, uma guerrilha consegue expulsar os invasores em 1625.
- No entanto, após reunir uma grande esquadra, a Holanda invade o Brasil mais uma vez, na região de Pernambuco.
- A chegada de Maurício de Nassau ajuda a fortalecer a colônia holandesa no Brasil, que se estende do litoral de Sergipe até o Maranhão.
- Nassau se aproveita para ajudar os produtores de açúcar e aproximar-se da população local.
- Achando essa administração muito dispendiosa, o governo da Holanda acaba por demitir Nassau e enfraquecer sua colônia na América.
Mineração no Brasil colonial
- Bandeirismo
- Movimento expansionista desenvolvido pela população de São Paulo de Piratininga no século XVII.
- As bandeiras e as entradas:
- Bandeiras: organizadas por iniciativa privada, não se preocupando com tratados como o de Tordesilhas.
- Entradas: organizadas oficialmente pelo Estado português, respeitavam os tratados e limites internacionais.]
- Fatores favoráveis:
- São Paulo estava livre de invasões estrangeiras.
- Condição de pobreza dos habitantes: a agricultura dificultada pelo relevo e o profundo desinteresse da metrópole pela capitania não deixava alternativa à população senão buscar novas oportunidades no interior.
- O interior da capitania propiciava ricos produtos para serem trocados ou vendidos: índios e metais preciosos.
- A captura dos índios:
- A escassez de mão-de-obra era crítica na capitania de São Paulo.
- A população da capitania era, em sua maioria, mameluca (descendente de indígenas) e não via nada de errado na escravização de indígenas, que eram chamados de "negros da terra".
- A falta de mão-de-obra para os engenhos torna-se tão grave que os paulistas decidem atacar as próprias missões religiosas, nas quais os índios já estavam cristianizados e "domesticados". A caça de índios bravios na mata era dispendiosa e perigosa.
- O bandeirismo de contrato:
- Os bandeirantes passam a servir cada vez mais aos grandes proprietários rurais e à própria coroa portuguesa.
- Faziam guerra aos índios hostis e destruíam quilombos de resistência negra.
- Essa forma de atuação era firmada através de um contrato, que estabelecia certa remuneração.
- Foi com o bandeirismo de contrato e a expedição de Domingos Jorge Velho que o importante quilombo dos Palmares (localizado em território alagoano) foi destruído.
- Conseqüências e significados do bandeirismo:
- Foi de fundamental importância para a ampliação do território português na América.
- Exploração das riquezas do interior da colônia.
- Captura de áreas e missões de domínio espanhol.
- Deu ao território brasileiro configuração semelhante à atual.
- A expansão territorial:
- Três grupos se destacaram no processo de interiorização da colônia:
- O bandeirante: organizando expedições de captura de indígenas e prospecção mineral (Área de destaque: SP, MG, MT, GO).
- O vaqueiro: figura voltada para a criação de gado e ampliação das pastagens (Área de destaque: sertão do Nordeste, Vale do Rio São Francisco e sul de MG).
- O missionário: envolvido na catequese dos indígenas e na fundação de missões (Área de destaque: RS, SC e PR).
- A Restauração Portuguesa
- 1640: o movimento pela restauração do trono e pela emancipação da Espanha chega ao auge.
- Os nobres portugueses, aproveitando-se da insatisfação geral contra o domínio espanhol, aclamam D. João, duque de Bragança, como novo rei de Portugal.
- Contra a independência, a Espanha declara guerra a Portugal.
- Para garantir o êxito do movimento de restauração, a nobreza portuguesa firma acordos com outros países europeus, que se comprometem no apoio a Portugal.
- Os movimentos nativistas
- Após o fim da União Ibérica, a administração portuguesa no Brasil aumenta a sua fiscalização.
- Por causa disso, diversas revoltas coloniais eclodiram durante o século XVII e no início do século XVIII:
- A revolta contra os governadores: insatisfeitos com os novos impostos, populares depõem o governador do Rio de Janeiro.
- A Guerra dos Emboabas: conflito entre paulistas (bandeirantes) e emboabas (forasteiros) pela supremacia na região das Minas Gerais.
- Revolta de Vila Rica: Felipe dos Santos foi morto após incitar uma rebelião popular contra os novos impostos.
- A Guerra dos Mascates: conflito entre senhores de engenho de Olinda e comerciantes portugueses de Recife. No final do movimento, Recife torna-se a nova capital de Pernambuco.
- A Mineração
- A descoberta do ouro no Brasil:
- Bandeirantes paulistas fazem expedições ao interior e encontram ouro na região de Minas Gerais.
- Milhares de pessoas (do litoral brasileiro e mesmo de Portugal) rumam para interior.
- O grande número de pessoas e a fraca presença do Estado acabaram transformando a região das minas em uma terra sem lei.
- Portugal manda inúmeras tropas para conter os conflitos. A dura lei portuguesa passa a valer em Minas Gerais.
Aulas - Primeiros anos - 05/02/2013 a 08/03/2013
O que é História
- Definição de História: estudo do passado da Humanidade, suas transformações e permanências.
- Fontes históricas: vestígios do passado. Podem ser fontes escritas, orais, visuais ou de cultura material.
- Patrimônio histórico: fontes históricas materiais encontradas em instituições públicas e privadas, museus, igrejas etc. Tal patrimônio pode ser tombado para auxiliar sua conservação.
- O estudo da História:
- Antes considerada estudo de grandes personalidades e documentos importantes do passado de um povo ou uma localidades.
- Atualmente, a História compreende o estudo de diversas classes sociais e uma grande variedade de fontes.
- Conceito de tempo:
- O conceito de tempo é uma criação humana, a forma como dividimos os períodos de rotação e translação da Terra, dias, meses, anos, horas, minutos, etc.
- Concepções temporais:
- Tempo cíclico ou natural.
- Tempo linear ou cronológico.
- Tempo histórico
- Contagem do tempo:
- Milênio: 1000 anos
- Século: 100 anos
- Quartel: 25 anos
- Década: 10 anos
- Quinquênio: 5 anos
- Biênio: 2 anos
- Regras fundamentais para a contagem dos séculos:
- Anos terminados em dois zeros: pertencem ao século correspondente expresso na centena do numeral.
- Ex: ano 200 AC, séc. II AC; ano 600 DC, séc. VI DC; ano 1600 DC, séc. XVI DC.
- Anos não terminados em dois zeros: soma-se mais um ao algarismo expresso na centena do numeral.
- Ex: ano 450 AC, séc. V AC; ano 80 DC, séc. I DC; ano 1993 DC, séc. XX DC; ano 2013 DC, séc. XXI DC.
- Divisão tradicional da História:
- Pré-história: período anterior à escrita.
- Idade Antiga: de cerca de 6000 AC até 476 DC.
- Idade Média: de 476 DC a 1453 DC.
- Idade Moderna: de 1453 DC a 1789 DC.
- Idade Contemporânea: de 1789 até os dias de hoje.
Da origem do ser humano à formação dos primeiros Estados
- A origem do homem:
- Existem duas grandes correntes para o surgimento do ser humano:
- Evolucionismo: todos os seres vivos, inclusive o ser humano, seguiriam uma evolução biológica contínua, de organismos simples a organismos complexos.
- Criacionismo: todos os seres vivos, inclusive o ser humano, teriam sido criados por um ser supremo e criador de tudo em dado momento.
- Evolução humana:
- De acordo com as pesquisas de fósseis e outros vestígios, os primeiros humanos guardam grandes semelhanças com outros grupos de primatas.
- Por motivos ambientais e de adaptação, o organismo dos primeiros hominídeos adquiriu lentamente a forma e as capacidades do corpo humano.
- Periodização questionável:
- Tradicionalmente, o período em que os humanos desconheciam a escrita é chamado de Pré-História.
- No entanto, muitos aprendizados e transformações ocorreram para os seres humanos antes da descoberta da escrita.
- No período Paleolítico, os primeiros humanos eram caçadores ou coletores nômades. Sua principal descoberta foi o domínio do fogo.
- No período Mesolítico, os homens passam a cultivar as primeiras plantas e por um processo de sedentarização.
- Revolução Neolítica
- No período Neolítico, os humanos, já mais desenvolvidos, produzem ferramentas mais adequadas, domesticam animais e desenvolvem suas crenças religiosas.
- Com mais alimentos e ferramentas, famílias cresceram e viraram clãs, cujo líderes eram os patriarcas.
- O desenvolvimento de clãs fixos em um lugar com alimentos e plantações abre caminho para o surgimento das primeiras cidades.
- Idade dos Metais
- O descobrimento do cobre, metal maleável e fácil de ser trabalhado, transforma mais ainda a vida humana. Fundindo-o, é possível desenvolver objetos e armas mais duráveis.
- O trabalho com o ferro exigiu ainda mais técnica e estudo, porém produzia ferramentas ainda mais resistentes.
- O surgimento do Estado:
- A diversificação das atividades econômicas tornou a organização familiar inadequada.
- Surge assim os primeiros governantes, primeiramente reis-sacerdotes e depois apenas chefes políticos.
- Surge também a apropriação da propriedade (inicio da propriedade privada).
A origem do homem americano
- Estudos comprovam que os primeiros homens apareceram na África.
- Sua expansão para outras partes do mundo foi lenta e gradual.
- Aproveitando grandes períodos glaciais, a raça humana realizou movimentos migratórios para continentes distantes.
- O homem nativo americano guarda maiores parentescos com o asiático do que com o africano.
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
Degradação pelo tempo
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segunda-feira, 26 de novembro de 2012
sábado, 24 de novembro de 2012
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
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